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Ufa, dever cumprido!

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Gente linda, vou logo dizendo que estou muito feliz ­por tirar esse blog do papel. É um baita respiro de alívio ver que basta arregaçar as mangas para fazer acontecer – sem contar que agora já posso desmarcar as sessões com a terapeuta e economizar essa grana porque tenho vocês para “vomitar” as maluquices do meu mundo e a loucura boa do dia a dia.

Que deselegante! Acho que vomitar não é muito apropriado para um primeiro encontro, mas também vale lembrar que primeiros encontros tendem a ser um tanto embaraçosos mesmo. O importante é a relação fluir com honestidade e transparência, né?

 

Iniciando a nossa relação

Para começar tenho que dizer que, assim como todos, sou um turbilhão de coisas todas juntas e misturadas e nesses tempos em que tudo é tão impessoal a vontade maior é de compartilhar. Por que não? Proximidade faz bem e se der para a gente se somar fica perfeito.

Bom, sou a Chantal e hoje vou ser mais subjetiva. A minha história e todos os seus detalhes sórdidos fica para quando dermos o próximo passo na nossa relação, sabe? Aquele momento decisivo do “relacionamento no facebook”, “comprar uma casa ou uma bicicleta” – tem que fazer um carinho primeiro.

Brincadeiras à parte, gosto de colecionar largas risadas e boas memórias. Sou formada em Comunicação Social, fotógrafa amadora, amante da culinária e dos bons drinks. Hoje comissária de voo, amanhã só Deus sabe. Amo viajar e sou apaixonada por aprender coisas novas, mesmo que elas não sirvam para nada além de acúmulo de informação útil e inútil. Minha vida tem sido movida a música desde que conheci o Lucas – crédito para ele, vivo mudando assim como mudo os móveis de lugar e a decoração da casa, afinal, sou uma parte instável das relações estáveis que procuro construir.

banho

O que você vai ver por aqui?

É disso tudo inserido numa relação estável, porém de partes instáveis (e quem não é?), que vou falar aqui no blog. Afinal, aprender a conviver com as instabilidades do outro faz a caminhada mais leve e divertida – e invariavelmente todos passamos por isso na vida. Aqui você vai encontrar as aventuras cotidianas de um casal comum – ou nem tanto assim: o que inventamos na cozinha, sonhamos no sofá e reinventamos no quarto, porque inovar é preciso!

Quero falar para vocês das neuras de um relacionamento, bem como das alegrias. Dos programinhas que inventamos, seja em casa ou fora dela. Tudo regado a muita comida e música boa, a “detalhes tão pequenos de nós dois”.

Tenho visto muita gente por aí escrevendo sobre relacionamentos: “Como não deixar a relação esfriar”, “10 dicas de como apimentar o casamento”, “5 fatos sobre homens e mulheres” e por aí vai. Me perdoem se alguém aqui gosta (já proclamei que a relação precisa fluir com honestidade certo?) mas isso tudo parece papo de “Capricho” e “Tititi”. Não existe receita de bolo e nem listas prontas do que fazer no momento do aperto, do conhecer e do dividir a vida com alguém. O comum é a gente, é gente como a gente: que não sabe nem o que pensar, que chora e se descabela, que de vez em quando precisa fazer terapia ou tomar Fluoxetina. A verdade é essa, nua a crua (papo para um outro dia mas isso me lembra um filme fantástico que dá para chorar de rir!).

Espero que gostem e se identifiquem. Espero ouvir vocês também.

Um super beijo!

5 Respostas
  • Dambert
    outubro 18, 2016

    Eu não acho nada, porque você nem me convidou a visitar seu blog, sua desalmada. rssssssss, brincando acho super super legal, embora estes assuntos sejam românticos demais para mim, mas é bem interessante. quero receber recados de novas publicações suas, e se quiser eu posso contribuir com meus lamentos e matérias acidas, rsssss te amoooooo, vc é bem espertinha!!! Blog muito bem feito e de bom gosto.
    Heber

  • Roberta
    outubro 19, 2016

    Perfeito!!! Que delicinhaaaaa ler algo assim tão cheio de vida e realidade!!!

    • Chantal
      outubro 20, 2016

      Que delícia ouvir isso Roberta! A vida não tem receita de bolo né. E a gente toma Fluoxetina e gasta os tufos mesmo em terapia porque mais que os que não fazem somos NORMAIS. Apareça! 🙂

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